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Outro grande taradão.
Nesta obra, o narrador-protagonista Bukowsky encarna a pele de um escritor que não escreve coisa alguma, antes passa a vida a beber m3 de álcool e a fornicar (sinónimo de foder) com mulheres: a própria ex-mulher e a mulher do vizinho, bem mais jovem, também marcharam.
Assim como se passava com Truman Capote, Bukowsky sentia um fascínio pela causa dos criminosos e dos foras-da-lei, fosse ela qual fosse.
Além disso, gabava-se de ter umas mãos grandes, que, segundo ele, lhe tinham dado a vitória em 70% das cenas de porrada que ia arranjando em bares.
Ou seja, feitas as contas, um verdadeiro dirty-oldman.
E, como se não bastasse, o energúmeno costuma estar presente em todas as feiras do livro de Lisboa.
Bem, pelo menos os livros dele costumam lá estar.
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